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22.4.09

Dia da Terra: Reflexão de Vasco Quadros

Impacto Ambiental

Que a população do planeta tem vindo a aumentar assim como a poluição aérea, marinha e terrestre todos nós sabemos. Mas estará a humanidade preparada para viver as consequências da nossa presente ignorância no futuro?
O homem sempre foi, na minha opinião um ser egoísta. Só pensa em si, esquecendo-se que a Terra é habitada por milhões de espécies cujas vidas de muitas delas dependem das nossas atitudes. Um exemplo disto pode ser o uso intensivo que fazemos dos combustíveis fósseis, que emitem substâncias extremamente poluentes para a atmosfera e não só. O ser humano é tão dependente desses combustíveis que devido ao uso excessivo que temos vindo a fazer, os mesmos irão esgotar dentro de alguns anos. Como alternativa a estes recursos naturais não renováveis, poderíamos usar recursos naturais renováveis para produzir energia, uma vez que estes não se esgotam porque estão frequentemente a serem produzidos, como é o caso do vento (energia eólica), do sol (energia solar) … Mas, por outro lado, a população humana atravessa uma grave crise económica, o que ainda veio agravar mais a situação, pois assim são produzidos menos alimentos, e a fome é nos dias de hoje uma realidade para milhares de pessoas. Uma das alternativas aos combustíveis fósseis poderia ser, por exemplo, os biocombustíveis, que são produzidos a partir de material biológico, nomeadamente, cereais. Deparámo-nos então com a seguinte situação: temos de arranjar uma alternativa aos combustíveis fósseis uma vez que estes estão a escassear. Então poderíamos usar os biocombustíveis, mas morrem centenas de pessoas à fome por dia e nós vamos utilizar cereais para pormos um carro em andamento? Como se pode perceber, vão surgir assim grandes problemas éticos.
Mas o impacto que o homem tem no ambiente não é necessariamente provocado apenas pelo uso dos combustíveis fósseis, pior do que isto ainda são as lixeiras a céu aberto, ou mesmo a inconsciência das pessoas que até por vezes involuntariamente deixam lixo num sítio qualquer devido à frequência que o fizeram antes por não terem educação ou talvez mesmo senso comum.
Na minha opinião o Homem devia preocupar-se em arranjar alternativas para tudo o que poluísse o ambiente, de forma a tornar este planeta sustentável, pois não temos outro para onde ir.

Vasco Quadros, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de Vanessa Dutra

O impacto do homem no Ambiente

O impacto ambiental é o efeito causado por qualquer alteração benéfica ou desfavorável originada pelas actividades humanas ou naturais no meio ambiente.

As acções humanas sobre o meio ambiente podem ser positivas ou negativas, dependendo da intervenção desenvolvida. A ciência e a tecnologia podem, se utilizadas correctamente, contribuir para um bom impacto humano sobre a natureza de acordo com o tipo de alteração, ecológica, social ou económica.

Com a evolução da raça humana, notaram-se importantes avanços na tecnologia das ferramentas, o rápido crescimento da população, o agrupamento social em habitações e o surgimento das artes.

Com o crescimento demográfico e, a partir da origem dos modernos seres humanos, inicia-se o processo de colonização de novos territórios.

O impacto do homem sobre o meio ambiente depende de variáveis históricas, como o modo de produção, a estrutura de classes, os recursos tecnológicos e a cultura de cada sociedade ao longo do tempo. Os diferentes modos de produção surgidos ao longo da história sempre consideraram a questão de onde retirar matéria-prima como tendo uma única resposta: a natureza. A ideia de que os recursos naturais existem em quantidade ilimitada, possibilitando o crescimento contínuo das sociedades humanas, ainda permanece na nossa geração, causando danos irreversíveis à natureza.
A acção da espécie humana sobre o meio ambiente tem uma característica qualitativa única: possui um enorme potencial desequilibrador, pois as mudanças que provocam nem sempre são apreendidas pelos ecossistemas, ameaçando assim a permanência dos sistemas naturais.

As comunidades humanas primitivas retiravam da natureza praticamente apenas o necessário à sua reprodução. Além disso, utilizavam-se basicamente recursos renováveis através da colecta, da caça e da lavoura em pequena escala. Desta forma, deixavam intactas as bases do funcionamento dos ecossistemas.

Com o passar dos anos o homem foi ganhando habilidades das quais a maior parte destas ele usa para agredir o seu próprio habitat, ou, o homem começou a evoluir no seu modo de vida, mas não sabe os danos que essa evolução lhe causará no futuro.
No século XX, surge a figura da "obsolescência planejada", em que incentiva o consumo constante das inovações tecnológicas que surgem a cada instante. Esse conceito expande-se também para o nível cultural, causando mudanças nos costumes como mais uma forma de incentivo do consumo.

A questão tecnológica apresenta-se também como outro factor importante na questão ambiental. A tecnologia é o reflexo do modelo sócio - económico e desenvolve-se segundo os seus princípios. Neste sentido, as soluções tecnológicas produzidas também geram problemas para a sobrevivência dos sistemas naturais.

Segundo Hans Jonas, “a ideia central de ética para a civilização tecnológica, baseia-se no dever e na responsabilidade do ser humano em relação à natureza e ao futuro das próximas gerações humanas sobre a Terra”.

Pode-se concluir então que o objectivo se relaciona com o dever ético de construir uma civilização na Terra e de inaugurar uma evolução em direcção à convivência pacífica e ao desenvolvimento sustentável.

Vanessa Dutra, 12.º C

Dia da Terra: Reflexão de Tiago Nunes

Impacto do homem no Ambiente


Todos nós queremos mergulhar na praia sem medo de adquirir doenças, andar na mata e respirar o ar puro das nossas florestas, andar na cidade e ter menos poluição, menos amontoados de lixo nas ruas. O ambiente é de certa forma uma segunda casa, de onde nós extraímos diversas coisas que se revelam imensamente importantes na nossa vida e na satisfação de necessidades, muitas delas primárias.
Tudo isso pode começar com simples mudanças de hábitos. Devemos começar por nós mesmos, porque somos quem realmente tem a força de mudar as coisas. Existem as grandes organizações como o Greenpeace etc, que estão trabalhando em causas maiores, tais como o aquecimento global, utilização da energia eólica, desflorestação, entre outros. Todos os habitantes do planeta podem contribuir nesta batalha contra condições que eles próprios criaram na maioria dos casos.
Tudo se pode tornar muito fácil e muito mais rentável. Se todos começarmos a divulgar esses hábitos para os amigos, filhos, parentes, colegas de trabalho, e eles, consequentemente, divulgarem a todas as pessoas com quem mantêm contacto, iremos chegar a um momento em que todos estarão mentalizados para fazer o básico. Deste modo, uma nova cultura estará a ser implantada. Isto será um grande primeiro passo.
Não é demais lembrar que a cada dia todos nós olhamos em volta e encontramos cada vez menos opções. Quanto mais rápido nós agirmos, melhor será. Porque se não defendermos a Terra e todo o bem-estar que um ambiente saudável nos proporciona, ela não se defenderá sozinha e acabará por deixar de ser capaz de dar resposta às nossas necessidades.


Tiago Nunes, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de André Costa

O Homem e a Natureza

Desde muito cedo que o Homem depende da Natureza para evoluir, começando na pré-história, em que este construía os seus utensílios através de materiais nela existentes e na actualidade, retirando a matéria-prima utilizada nas mais diversas actividades.

Com tudo o que a Natureza já lhe deu, o Homem agradece desrespeitando-a, não sendo capaz de manter o equilíbrio do ecossistema. Assim, provoca mudanças que, por vezes, não são assimiláveis, o que mais tarde resultará em catástrofes naturais, algumas delas fazendo-se já sentir em tempos presentes e outras previstas para a altura em que o Homem quiser, pois só este poderá controlar as suas aparições com a sua falta de raciocínio.

Os cientistas vêm alertando o Homem no que diz respeito aos perigos que as suas desumanidades podem provocar. Perante tudo isto, o ser humano adquiriu uma mentalidade, do tipo ver para crer, não se apercebendo que, quando os efeitos da sua irracionalidade se fizerem sentir, não vai conseguir mudar em dias aquilo que já vem sendo mudado há séculos.

O Homem necessita de mudar drasticamente a sua atitude, pois as suas calamidades poderão não nos afectar agora, mas sim mais tarde, os nossos filhos e netos.

André Costa, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de Sónia Rodigues

Impacto do Homem no Ambiente


Hoje em dia, com a evolução dos conhecimentos do homem, o nosso Mundo tem sofrido vários impactos ambientais desde derramamentos de petróleo à destruição de florestas.
Efectivamente, a relação do Homem com a natureza conheceu uma enorme alteração ao longo dos tempos, inicialmente os homens estavam de tal modo expostos às suas prioridades que o único objectivo que desejavam era a simples sobrevivência.
Depois do avanço na evolução tecnológica, a grande utilização dos recursos naturais permitiu ao Homem não só resistir às suas tendências como também colocar as energias naturais ao serviço das suas necessidades de transformação. Pode-se falar sobre a poluição subsequente do consumo energético que tem como matéria-prima o petróleo e o carvão, com consequente contaminação do ar, nas terras, rios, lagos e oceanos; a agricultura intensiva que polui terras e cursos de água; as enormes quantidades de dióxido de carbono libertadas para a atmosfera, com o consequente efeito de estufa; a destruição da camada de ozono; e a desflorestação, nomeadamente da floresta tropical, com a consequente desertificação e erosão dos solos; e também a extinção de inúmeras espécies vegetais, cujo desaparecimento é irreversível, sendo então por isso bastante preocupante, porque sem alimento o ser vivo não sobrevive.
Tendo em conta todos os problemas presentes na natureza, passa-se a ter uma noção bastante clara sobre os malefícios que a acção humana provoca no ambiente, malefícios esses que o danificam no presente e acabam o prejudicando no futuro.
O impacto ambiental deve ser entendido como um desequilíbrio provocado por um choque, resultante da acção do homem sobre o ambiente, todavia quando se diz que o homem causa desequilíbrios, é obvio que nos referimos a um sistema produtivo construído pela humanidade ao longo da sua história.
O papel da acção humana no ambiente tem um grande impacto ambiental, tendo em conta que muitos dos problemas ambientais são causados pela forma irracional da utilização dos recursos naturais. As várias soluções possíveis devem ter em conta como o Homem e os seus interesses económicos interagem com o ambiente e com os recursos, como as populações se relacionam com o ambiente, como avaliam os custos da utilização de recursos, como as políticas e os processos industriais e agrícolas prejudicam ou beneficiam o ambiente, e como o Homem se inclui no ambiente, trabalhando, fazendo invenções, desenvolvendo as tecnologias, e dando um uso excessivo aos recursos naturais, não pensando no futuro.
Sendo assim, a qualidade de vida das gerações futuras depende muito da boa e má gestão dos recursos naturais, estando esta dependente do papel da acção humana no ambiente.
Conclui-se que “o ser humano tem responsabilidade sobre o seu próprio destino e sobre a qualidade de vida das gerações futuras”, pois a actividade humana começou então a ter um grande impacto na natureza, com consequências bastante dramáticas e catastróficas. Se todos nós fizermos, pensarmos e desenvolvermos algo merecedor, se agirmos, nem que seja com um pequeno gesto, poderá fazer toda a diferença, pois é a sobrevivência da própria humanidade que está em causa.
Enfim, viver o presente sem pensar no futuro não é solução!


Sónia Rodrigues, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de Sofia Costa

Impacto Ambiental

Essencialmente, desde a revolução industrial, o homem tem danificado ou mesmo destruído, de uma forma inacreditável, o ambiente que nos envolve, contribuindo, assim, para a sua própria extinção e não, como era de esperar, para o melhoramento das condições de vida.

São os lagos, os rios e os mares contaminados pelos adubos provenientes das pastagens, das fábricas e das habitações que aí se instalaram como também de derrames petrolíferos no último caso, são os aquíferos que, mais tarde, devido à anterior acabam por ser também eles contaminados, é o abate indiscriminado de árvores nas únicas zonas verdes do planeta, é a captura e exploração de muitas plantas e animais, levando a que todo o ecossistema onde estes se inserem seja alterado ou mesmo eliminado do mapa, é o aumento da quantidade de lixo produzido por pessoa, e muitos outros acontecimentos que se têm verificado devido à ousadia do homem.

Nunca se falou tanto, como agora, das consequências de um possível aquecimento global e se fez tantas campanhas de sensibilização em redor do ambiente pelo planeta, porém a população fez muito pouco para que o fim da existência se torne tão próximo, se torne uma realidade.

Estaremos à espera que nossas casas sejam engolidas pelas águas, que não tenhamos mais temperaturas amenas, que não haja água potável ou, ainda, que nos alimentemos de plástico, por exemplo, para agirmos?

A meu ver, em locais como o Pico, os efeitos do aquecimento global serão pouco significativos pelo menos nos anos que virão, pois o homem não fez, digamos assim, grandes estragos na natureza como também devido à nossa posição geográfica, mas a longo prazo certamente não sairemos ilesos e temos de a todo o custo continuar nosso trabalho. Temos de proteger as plantas endémicas existentes e as regiões onde estas se encontram, as aves que por aqui passam como também alguns cetáceos por exemplo, criar infra-estruturas que possam realizar reciclagem e assim diminuir a pegada ecológica, pôr em prática um ordenamento de território que se baseie em muito na preservação da natureza, não lançar para atmosfera gases poluentes, entre outros aspectos a serem melhorados.

Em suma, o homem continua a agir em redor dos seus interesses e a não pensar nas consequências dos seus actos, continua a desrespeitar a natureza que o envolve e a colocar a sua existência e dos seus descendentes em perigo e se o rumo das coisas se mantiver o fim estará próximo e aí, o poder e a fortuna adquirida valerá de pouco.

Sofia Costa, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de Nathan Jorge

O Ambiente e o Homem

O ser humano é, por natureza, um ser de grandes necessidades e, por consequência, de alto consumo.
Desde os princípios que o Homem se preocupa sempre em encontrar, recolher e utilizar todos os recursos necessários (e, muitas vezes, não tão necessários) para a sua sobrevivência. Com isto, já desde muito cedo que pelo uso excessivo dos recursos, que muitos se acabaram por extinguir ou desaparecer ao longo dos tempos.
Isso traz-nos ao nosso problema central, o uso e a não reposição dos valores da natureza.
Em todo o universo, a lei mais elementar de todas é o equilíbrio dos sistemas. Vejamos agora o nosso mundo como uma balança…
Se pegarmos em todos os animais que são e foram mortos ao longo dos tempos, podemos contra balancear este peso com a multiplicação natural das espécies… Mas será suficiente? Claramente que não, por isso é que se deram as extinções todas que aconteceram pela mão dos humanos.
A mesma coisa acontece com recursos minerais, recursos não renováveis, mas numa escala muito mais preocupante. Enquanto íamos matando e consumindo os animais, estes iam reproduzindo e tentando acompanhar a sua “utilização” com “produção” em tempos concorrentes. Mas com o petróleo, por exemplo, já não é assim. Para se acumular uma reserva pequena, são necessários milhares e milhares de anos. E à velocidade que o ser humano o extrai e utiliza, é simplesmente impossível haver equilíbrio.
Isto traz-nos a outro problema, e muito mais grave, a poluição atmosférica. A acumulação de gases e vapores, que lentamente altera o comportamento do meio ambiente, provocando desequilíbrios naturais (que já estão a acontecer) e que posteriormente levam a catástrofes e problema mundiais, que agravam com o passar do tempo.
Agora questionamo-mos: será que era preciso ser assim? O problema foi todo nosso desde o princípio. As nossas acções levam-nos às nossas consequências. Precisamos de ver para crer, e agora… pode ser tarde demais!

Nathan Jorge, 12.ºCT

Dia da Terra: Reflexão de Cátia Laranjo

O Ambiente

O ambiente engloba um “conjunto de substâncias, circunstâncias ou condições sob as quais qualquer pessoa ou coisa vive ou se desenvolve; a soma total de influências que modificam a o desenvolvimento da vida ou do carácter”. Esta palavra tem diferentes significados e pode ser especializada em diferentes contextos, no entanto, a população em geral associa a palavra ambiente à área da biologia e da ecologia.
O homem vai buscar ao ambiente os elementos essenciais à vida, é o caso da energia, o oxigénio, a água e alguns produtos alimentares. Portanto tem como obrigação preservar o ambiente e explorá-lo racionalmente, pois está em causa a sua própria saúde e subsistência. No entanto, nem sempre o que deveria ser feito o é.
Desde há muito que o homem tem ignorado a preservação do meio ambiente e o tem explorado irracionalmente, fazendo com que o nosso planeta fique indefeso diante das alterações efectuadas pelo homem.
Existe um sistema que é muito utilizado quando se fala em ambiente, este sistema define-se pelo grau de tolerância do meio em face das mudanças impostas pelo ser humano. Esse sistema é o limite da natureza que tem de estar na consciência de cada indivíduo. Alguma alteração que possa vir a ocorrer no ambiente tem de respeitar o limiar de cada elemento da natureza envolvido nesse processo. Porém, o homem embora possua o conhecimento destes limites parece não ter noção dos mesmos, pois não se importa com o destino inevitável do ser humano no seu planeta Terra.
Nunca se ouviu falar tanto como agora em desenvolvimento sustentável, aquecimento global, gestão de resíduos, poluição atmosférica, protecção e gestão das águas, protecção da natureza e da biodiversidade, protecção dos solos, perturbações sonoras, smoking urbano e muitas mais palavras envolvidas neste contexto, pois são estes os exemplos do que o mundo está a viver e não há razão para a população se orgulhar disso.
O ambiente requer toda a atenção e ajuda para que através de uma boa parte da recuperação do mesmo o planeta volte a ter pelo menos um pouco mais de paz e de equilíbrio ao nível dos seus ecossistemas.
Em suma, o homem deve iniciar com pequenos passos até atingir grandes passos, e para que esse acontecimento ocorra é necessário que cada indivíduo meta a mão na consciência e veja o que o nosso ambiente anda a passar e a sofrer por nossa causa, pois a responsabilidade pelo bem ambiental é de todos e de cada um.


Cátia Laranjo, 12.º CT

Dia da Terra: Reflexão de Sara Oliveira

Porquê maltratar aquilo que é nosso?

Na vida, somos ensinados a valorizar o que nos é importante, principalmente a nossa família e os nossos amigos. Mas não são só estas coisas que são importantes e essenciais para uma vida espiritual completa. E o ambiente? Será que este não merece nossa atenção e o nosso cuidado? Será que não bastam os destroços que as catástrofes ambientais causam e que nós não conseguimos evitar? Durante todos os séculos são feitas reflexões sobre diversos temas, um deles é o ambiente e o impacto que o homem pode ter sobre ele.

No nosso dia-a-dia, vemos pessoas a deitarem papéis no chão, a lançarem cigarros para as florestas, a amontoarem lixo que posteriormente formará uma lixeira, entre outras. São pequenas acções, como estas, que fazem com que o nosso ambiente se torne mais pobre e que a nossa Natureza se torne menos bela. Será que é tão difícil entender isto?

O ambiente é nosso! Temos que o proteger ao máximo. Quando falamos em catástrofes naturais, nada podemos fazer para as evitar. Estas são a principal causa da destruição da Natureza e de tudo aquilo que ela nos pode dar.Um sismo, uma cheia, uma explosão vulcânica, um maremoto, são catástrofes com as quais não conseguimos lidar e muito menos evitar. Mas existe acções diferentes que também podem ser consideradas catástrofes. Estas podem ou não causar danos ao ambiente e é nosso dever, população de todo o mundo, tentar evitá-las ao máximo. Estas acontecem devido à acção que o homem desempenha no ambiente, ou seja, a acção antrópica.

A vida são dois dias e nunca poderemos saber quando eles começam ou acabam. Assim, porque não aproveitar ao máximo aquilo que de mais esplêndido temos? O ambiente transmite-nos paz, beleza, alegria, tristeza ou mesmo um misto de todos estes sentimentos mas, para isto, é necessário cuidar dele com todo o amor e carinho que podemos dar. Pequenas acções, como enviar um cigarro para uma floresta, poderão estar a destruir o refúgio de alguém. Quantas vezes estamos tristes ou desapontados com a vida e nos dirigimos para o mar? Ou então damos um passeio pela nossa terra e apreciamos a nossa Natureza? Infelizmente, cada vez mais, a sociedade deixa de se importar com a beleza ambiental e com aquilo que esta nos pode transmitir. Se num dia uma pessoa tratar com amor do ambiente, noutro outra pessoa e assim sucessivamente, viveríamos todos num mundo muito mais agradável e melhor.

Ao tratarmos bem do ambiente, estamos também a tratar bem de nós próprios e do mundo em que vivemos.

Uma boa e sensata atitude para com o ambiente pode despertar diversos sentimentos pelo mundo inteiro, sendo um deles a alegria.

Sara Oliveira, 12.º CT

Viagens no meu mundo