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22.4.09

Dia da Terra: Crónica de João Fialho e Pedro Luís


Entristece-me olhar à minha volta e deparar-me com lixo por todo o lado. É lixo que foi deixado nos espaços públicos, é lixo que foi lançado ao mar e aos rios, o que é muito mau para o meio ambiente e para a manutenção das espécies.
Nas grandes cidades, o ar que se respira é muito diferente daquele que se respira na nossa ilha do Pico. O ar das grandes cidades está poluído, principalmente devido ao grande fluxo automóvel e aos gases libertados pelas grandes industrias.
A existência dessa poluição no ar faz com que o efeito de estufa seja maior. Sendo assim, as temperaturas estão cada vez mais elevadas, e o degelo dos glaciares está a acontecer a olhos vistos e a previsão é o aumento do nível das águas, colocando assim em risco muitas populações.
Hoje em dia, em todo o globo terrestre, qualquer ser vivo está a sofrer as consequências da poluição, toda ela provocada pela acção do homem. Muitas espécies, devido à contaminação, acabam por morrer e extinguem-se para sempre.
Grandes florestas estão a ser devastadas, para a construção de edifícios. Um terreno que seja devastado está mais exposto a deslizamentos de terra, aquando das grandes chuvadas. Além disso, a diminuição das florestas tem como consequência a existência de menos oxigénio libertado pelas árvores. Existe cada vez menos água potável, devido aos produtos químicos utilizados nos terrenos agrícolas…
Por este andar, onde vamos parar? Como ficará o ambiente? O ambiente que é de todos nós deve ser protegido por todos. Aprendamos todos a reduzir, reciclar e reutilizar. Aprendamos a não poluir!
João Fialho e Pedro Luís, 10.º CT

Dia da Terra: Crónica de Miguel Alvernaz e Ricardo Corredoura

Buraco do ozono

O “Buraco do Ozono” é um dos temas mais falados nos dias de hoje. Estamos todos muito preocupados com este problema, mas no fim andamos a deitar lixo para o chão, a destruir árvores… Depois, ainda temos coragem para afirmar “Ah, também mais um papelinho, menos um papelinho não fará diferença!” Aí é que nós nos enganamos e é graças a essas mentalidades estúpidas que estamos com um “buracão” na camada do ozono. A camada do ozono localiza-se na estratosfera e proporciona-nos a cor azul do céu. O ozono (O3) é uma molécula constituída por três átomos de oxigénio, que tem a particularidade de absorver a radiação ultravioleta (UV) proveniente do Sol. Por esse facto, actua como um filtro que protege os seres vivos da radiação UV, porque se não existisse a camada do ozono estaríamos fritos.

Ao longo dos últimos 25 anos, tem-se verificado uma rarefacção da camada de ozono que protege o planeta das radiações ultravioletas prejudiciais. Na Antárctica, a camada de ozono sofreu uma diminuição tão significativa que se formou um buraco que está a aumentar gradualmente e já é maior que toda a América do Sul. E graças a quem? Graças a nós!!!!! Actualmente, no Pólo Norte, uma situação semelhante acontece. Essa situação está a levar ao derretimento dos glaciares e daí levar à subida do nível das águas. Portanto, se esta situação se agravar, daqui a uns anos morreremos todos afogados.

A constante destruição da camada de ozono leva a um aumento de raios ultravioletas (UV), altamente energéticos que atingem a superfície do planeta. Estes raios, ao atingirem a Terra, provocam graves problemas ao nível dos ecossistemas marinhos (destruição do plâncton), promovem a destruição do DNA das células, provocando cancro de pele, entre outros. Se este problema se está a agravar cada vez mais, não admira que de Verão para Verão fiquemos cada vez mais escuros ou cada vez mais vermelhinhos de apanhar “escaldões”.

Os principais responsáveis pelo buraco do ozono são os clorofluorcarbonetos (CFCs) e nós também, porque nós é que os “mandamos” lá para cima, de uma forma indirecta, através da utilização de torradeiras, frigoríficos, sprays, etc. Apesar das advertências dos cientistas, pouco se faz para acabar com o perigo.

Para diminuir esse impacto, os cidadãos devem reduzir o desperdício da luz, não usar sprays com CFCs, entregar os aparelhos com refrigeração (frigoríficos e ar condicionado) para a reciclagem, apostar nos transportes públicos e fazer pressão para que se aposte em formas de energias alternativas, como a solar e a eólica.

Dia da Terra: Crónica de Marlene Silva e Alice Ferreira

A preocupação com o ambiente está "na moda"

“Maior Parque Solar Suíço vai funcionar em 2011” é o título com o qual nos deparamos assim que viramos a página do jornal. O tema ambiente/poluição é, actualmente, muito comum no quotidiano das pessoas. Quem nunca ouviu falar no “buraco” na camada de ozono? Ou no aquecimento global?
De um momento para o outro o que não falta são publicidades, campanhas de sensibilização e palestras sobre o ambiente. Parece que se aperceberam que as reservas dos combustíveis fósseis são escassas e que estes podem acabar mais rapidamente do que estavam à espera; que devem reduzir a emissão de gases destruidores da camada de ozono e de como tudo isto pode afectar o equilíbrio do planeta e a nós.
O mais engraçado é que todos ajudam o ambiente depois de ele estar “na moda”. Quando ainda se falava pouco sobre este, as pessoas não se importavam, umas das mais frequentes respostas a este assunto eram “Ah, isso não é comigo!” ou “O que fazemos não vai fazer diferença, já está tudo poluído!”. Apesar disso, felizmente, as pessoas estão a “atinar” e a tomar consciência da gravidade destes problemas e da necessidade de soluções para a sua resolução.
Também o que não faltam são novas ideias para utilizar as energias renováveis, o que, por acaso, pode ser muito bom para todos nós.O facto de a partir da radiação solar, do movimento das ondas, do vento, dos resíduos se poder obter energia e energia limpa é óptimo para o ambiente e para nós! No sítio onde vivemos, existe um parque com ventoinhas, as quais podemos observar, a rodarem, da nossa casa. O ano passado, numa visita à Alemanha, aproveitámos para ver um dos maiores parques de painéis solares, capaz de produzir 40 milhões de quilowatts por hora. Mas não é preciso ir tão longe, o Alentejo, aqui em Portugal, acolhe a maior central solar do mundo. São investimentos como estes que fazem toda a diferença na ajuda do nosso planeta.
Apesar de as energias renováveis serem um assunto de grande interesse nos dias de hoje, é preciso investir mais fortemente nestas, por exemplo, os países com maior número de horas solares diárias devem apostar na energia solar, subsidiando quem aderisse a esta energia, pois a aquisição de painéis fotovoltáicos é muito cara. Nos locais onde se possa aproveitar o calor do interior da Terra para produzir energia, deve-se fazê-lo; nos sítios ventosos deve-se apostar na energia eólica; os recursos que a Natureza nos oferece, devemos aproveitá-los.
A corrida para a ideia mais original para utilização de energias renováveis que irá trazer milhões de euros está aberta. Anda todo o mundo a pensar em novos métodos e a torná-los mais acessíveis e eficazes. Até já inventam submarinos a energia solar. O que virá a seguir?

Marlene Silva e Alice Ferreira, 10.º CT

Dia da Terra - Crónica de Marlene Silva e Alice Ferreira

A preocupação com o ambiente está "na moda"

“Maior Parque Solar Suíço vai funcionar em 2011” é o título com o qual nos deparamos assim que viramos a página do jornal. O tema ambiente/poluição é, actualmente, muito comum no quotidiano das pessoas. Quem nunca ouviu falar no “buraco” na camada de ozono? Ou no aquecimento global?

De um momento para o outro o que não falta são publicidades, campanhas de sensibilização e palestras sobre o ambiente. Parece que se aperceberam que as reservas dos combustíveis fósseis são escassas e que estes podem acabar mais rapidamente do que estavam à espera; que devem reduzir a emissão de gases destruidores da camada de ozono e de como tudo isto pode afectar o equilíbrio do planeta e a nós.

O mais engraçado é que todos ajudam o ambiente depois de ele estar “na moda”. Quando ainda se falava pouco sobre este, as pessoas não se importavam, umas das mais frequentes respostas a este assunto eram “Ah, isso não é comigo!” ou “O que fazemos não vai fazer diferença, já está tudo poluído!”. Apesar disso, felizmente, as pessoas estão a “atinar” e a tomar consciência da gravidade destes problemas e da necessidade de soluções para a sua resolução.

Também o que não faltam são novas ideias para utilizar as energias renováveis, o que, por acaso, pode ser muito bom para todos nós.O facto de a partir da radiação solar, do movimento das ondas, do vento, dos resíduos se poder obter energia e energia limpa é óptimo para o ambiente e para nós! No sítio onde vivemos, existe um parque com ventoinhas, as quais podemos observar, a rodarem, da nossa casa. O ano passado, numa visita à Alemanha, aproveitámos para ver um dos maiores parques de painéis solares, capaz de produzir 40 milhões de quilowatts por hora. Mas não é preciso ir tão longe, o Alentejo, aqui em Portugal, acolhe a maior central solar do mundo. São investimentos como estes que fazem toda a diferença na ajuda do nosso planeta.

Apesar de as energias renováveis serem um assunto de grande interesse nos dias de hoje, é preciso investir mais fortemente nestas, por exemplo, os países com maior número de horas solares diárias devem apostar na energia solar, subsidiando quem aderisse a esta energia, pois a aquisição de painéis fotovoltáicos é muito cara. Nos locais onde se possa aproveitar o calor do interior da Terra para produzir energia, deve-se fazê-lo; nos sítios ventosos deve-se apostar na energia eólica; os recursos que a Natureza nos oferece, devemos aproveitá-los.


A corrida para a ideia mais original para utilização de energias renováveis que irá trazer milhões de euros está aberta. Anda todo o mundo a pensar em novos métodos e a torná-los mais acessíveis e eficazes. Até já inventam submarinos a energia solar. O que virá a seguir?

Marlene Silva e Alice Ferreira, 10.º CT

Ambiente e o degelo

O Ambiental e o Derretimento das Calotes Polares

É certo, estamos na era da devastação ambiental. É o ar que cada vez é menos respirável, são as grandes florestas que vão desaparecendo gradualmente, são cada vez mais animais em vias de extinção, são as temperaturas ainda mais instáveis… e, isto tudo consequência dos actos auto-destruidores do Homem.

Um outro processo que levaria milhares de anos a acontecer e está a ser acelerado pela interferência do homem é o derretimento de grandes calotes de gelo. De toda a superfície terrestre, 38 milhões Km3 são gelo flutuante na água. Penso que é óbvio que estes números são consideráveis, principalmente se as calotes se derreterem. Estamos perante uma cadeia de eventos que levam a este derretimento. A poluição com gases prejudiciais diminui a camada de ozono, que leva a um grave aumento de temperaturas que, entre outras coisas, origina o derretimento de calotes de gelo, que, por sua vez, por exemplo elevará o nível médio das águas do mar. As zonas costeiras e cidades, como Veneza, seriam totalmente inundadas, e não iríamos de certeza viver debaixo de água.

Não sei como é que, olhando para todos estes factores, continua a existir apenas uma pequena minoria que se preocupa com esta nossa nova actualidade. Apesar de cada vez mais se organizarem grupos e campanhas ambientalistas, a sensibilizar os cidadãos para a realidade existente nos pólos do globo, ainda não é suficiente.

Noutro dia, eu reparei numa campanha sobre o derretimento de calotes, onde habitam os ursos polares. De facto, sensibilizou-me. Um animal tão grande, mas ao mesmo tempo tão inofensivo! Tendo em conta o que lhe está a acontecer, pode acabar por se extinguir, devido aos nossos actos inconscientes. Animais, como os ursos polares ou pinguins, que vivem no seu habitat tranquilamente sem nos incomodarem, estão a ser afectados pelas nossas acções.

A Humanidade em geral está a tornar-se num simples conjunto de pessoas que vive para si e principalmente para os seus interesses. É capaz de prejudicar animais e ambiente, até que lhe caiam as consequências mesmo em cima das cabeças.


Jéssica, Laura e Peter, 10.º CT

Dia da Terra: Crónica de Beatriz Garcia e Vanessa Pereira

As alterações climáticas

As alterações climáticas foram um dos temas mais discutidos nos últimos dois anos. Este tema começou a ser mais falado devido ao filme Uma Verdade Inconveniente do Al Gore. Este documentário serviu para sensibilizar muitas pessoas, mas nunca é o suficiente.

Hoje em dia, já muitos países adoptaram medidas para conseguirem diminuir os efeitos causadores das alterações climáticas, mas será que é o suficiente? Não é o suficiente! O objectivo não é que muitos países tentem combater as mudanças que estão a ocorrer no nosso planeta, mas sim que todos os países do mundo o façam.

Cada vez mais, as alterações no Planeta Terra estão mais acentuadas, ou seja, devido ao aumento da temperatura, temos Invernos muito frios e Verões muito quentes; secas em alguns países e, ao mesmo tempo, cheias noutros. O clima está instável e vai piorar se não forem tomadas certas medidas.

Muitas pessoas não se preocupam com o aquecimento global agora, mas, na realidade, é um problema grave e daqui a alguns anos ou mesmo meses, a Terra que conhecemos pode vir a mudar drasticamente. Esta é uma afirmação preocupante e, com as mudanças no planeta, os mais afectados vão ser as gerações futuras que vão sofrer as consequências dos nossos actos. Algumas cidades e ilhas podem mesmo vir a desaparecer debaixo de água, com a subida dos níveis das águas do mar. Os especialistas prevêem que 80 por cento do Bangladesh vai desaparecer completamente. As mudanças no clima podem vir a provocar uma competição de recursos naturais entre países, devido à escassez destes mesmos, como a água.

Se todas as pessoas derem o seu contributo, como andar a pé ou de bicicleta, as emissões de dióxido de carbono podem diminuir e, apesar de ser um gesto simples e pequeno, pode vir a fazer a diferença daqui a uns anos.

As alterações climáticas são um problema global e, se muitas pessoas pensam que não é grave, enganam-se. Muitas pessoas podem mesmo morrer, em consequência dos seus actos.

As mudanças não se reflectem só no clima, reflectem-se também em nós e no nosso estilo de vida.


Beatriz Garcia e Vanessa Pereira, 10.º CT

Viagens no meu mundo