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22.4.09

Dia da Terra: Versos de Paulo Pereira

A grande esfera azul e verde,
rodeada por toda a espécie de vida,
continua ser alvo de poluição
e pela mão do Homem a ser abatida.

O grande planeta Terra,
que sempre foi colorido,
e que com o passar do tempo
está a ser destruído!

Com a evolução do Homem,
a destruição do planeta aumenta,
mas, pela mão do Homem também,
o planeta serve-se da ferramenta.

De todas as preocupações,
o aquecimento global é o pior
pois, foi obra da Humanidade,
acabando, assim, com toda a realidade.

Paulo Pereira, 9.º A

Dia da Terra: Versos de Carolina Lacerda

Dia da Terra


Para o planeta Terra salvar

temos todos que ajudar

as energias renováveis utilizar

para o ambiente não sujar.


Vamos todos reciclar

e a poluição parar

o nosso dever é informar

para o mundo não parar.


Egoístas não devemos ser

e o ambiente devemos proteger

e não esquecer

qual o nosso dever:

Ajudar sempre a Terra!


Carolina Lacerda, 9.º A

Dia da Terra: Opinião de Larissa Souza

Dia da Terra

Um pequeno ponto azul no meio da imensidão do universo. Um grande planeta que deslumbra beleza e imensidão. Gabava-se de ser um paraíso para se viver e, enquanto andava em volta do Sol, passava anos e anos a contar aos outros planetas como era bom ser o lar de tantas vidas. Tornando-se nossa mãe, gabou-se, mais ainda, da honra que era ter os humanos em seus vales, montanhas, planícies e planaltos.
Mais anos se passaram e a Terra parou de se gabar tanto. Os humanos faziam de si uma lixeira e derramavam sangue em partes dela, deixavam de a preservar para explorar outros lugares, trocando-a até por outros planetas. Apreciavam tudo e esqueciam-se dela.
Certo dia a Terra calou-se. O planeta azul morria aos poucos. Seu verde esgotava-se, suas geleiras derretiam e seu azul era encoberto por massas de ar poluído. Sim, a Terra deixava de ser o mesmo planeta precioso e vivo que tinha sido há tempos atrás. Tão frágil que até o próprio Sol a podia ferir.
A Terra já não se pode gabar. Já não pode falar do quão bom é ter-nos na sua superfície. Mas, como filhos gratos da Mãe Terra, podemos tentar que ela nos perdoe e volte a dizer: «orgulho-me de tê-los aqui!».

Larissa Souza, 9º A

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