No dia seguinte, o Bruno foi para a escola como normalmente ia. Levava a roupa do costume, estava com um ar desmazelado e tinha o seu sorriso de volta.
Quando entrou na sala, todos ficaram a olhar para ele, mas o Bruno não ligou e foi sentar-se no seu lugar. Logo de seguida, começou a reescrever a carta para a Romina.
O sino tocou, o Bruno dirigiu-se imediatamente à sua amada, entregou-lhe a carta, ela leu-a e depois deu-lhe um grande abraço. Não foram precisas palavras, bastaram olhares e, de imediato, seguiram até ao recreio para o aproveitarem juntos.
Carlota Marcos, 7.º C
Sem comentários:
Enviar um comentário
Escreve algo de jeito