No dia seguinte, Romina, curiosa, acordou mais cedo para procurar os papéis rasgados pela professora. Encontrou-os em cima da sua mesa dentro de uma caixa de vidro. Partiu-a com uma pancada forte no chão e colou os pedaços de papel com a fita-cola que se encontrava no armário do material. Finalmente leu a carta.
Quando o Bruno chegou ao recinto escolar, a menina deu-lhe um beijo no rosto, sussurrando-lhe à orelha que tinha lido a sua declaração de amor e que ficara espantada pelo que ele sentia, e que, quando fosse mais velha, ia pensar nele e na sua carta.
Ana Pereira 7ºA
Adoro...
ResponderEliminarUm dos melhores que há...
E então os seus poemas que são bastantes bons.
Continua assim...;)
Um Trabalho meu é sempre bonito!
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