No âmbito do Projecto Centro Virtual de Apoio ao Aluno, proponho-te a criação de testes/jogos usando este software. Se usares o Windows VISTA, será preferível instalar esta versão mais recente.
As minhas férias foram passadas no Afeganistão, longe dos Açores, junto de umas amigas que levei comigo, a Ana e a Joana, as minhas melhores amigas. Vi coisas que me chocaram, mas a viagem foi boa, apesar de ter levado muito tempo. Instalei-me em Cabul, uma cidade onde existe muita pobreza, crianças com graves problemas de saúde, famílias desalojadas e ataques terroristas. Passávamos pelas ruas e víamos aqueles atentados, gente morta e até alguns tentando recuperar algumas das tantas coisas destruídas.
Eu e as minhas amigas ajudámos algumas crianças quando visitámos uma das escolas da cidade. As crianças adoraram a nossa visita e ao sentirem que estávamos dispostas a ajudá-las deram-nos beijos de alegria. Falei com a professora acerca de algumas coisas que a escola estava a precisar para o bom progresso dos alunos.
Ao chegarmos à nossa ilha, recolhemos alguns materiais da Cáritas e mandámos para a escola afegã. Deste modo, já sentíamos que a nossa visita à escola fora um sucesso, ajudar as crianças com o material necessitado para poderem realizar diversas actividades.
Assim foram as minhas férias: curtas mas úteis para a vida daquelas crianças.
Cátia Costa, 9.º A
..::..::..::..::..::..::..
O meu regresso das férias de Verão
O João, o Manuel e o António são três amigos que regressam a casa depois de um mês de férias. O velho carrinho andou por vários países da Europa e tanto o carro como os três amigos estavam exaustos.
O Manuel vem a conduzir enquanto os seus companheiros dormem. O rádio está ligado e a música deles é interrompida para uma locutora anunciar a aproximação duma tempestade. O Manuel fica preocupado e acorda os amigos. Dai a pouco tempo a chuva começa a cair e o vento a soprar forte. Eles vêem ao longe uma cabana e dirigem-se para lá.
Ao chegarem são recebidos por um casal de velhinhos simpáticos. Os velhinhos oferecem comida e convidam-nos a ficarem com eles até a tempestade passar. A cabana é pequena mas torna-se acolhedora para eles. O serão é passado junto à lareira e os velhinhos contam histórias antigas.
Os três amigos gostaram muito deles e prometeram um dia voltar para visitá-los. Entretanto, a tempestade passou e eles lá continuam no seu regresso a casa.
João Silveira, 9.º A
..::..::..::..::..::..::..
O meu regresso das Férias de Verão...
Lá estava eu em casa da minha tia com meus pais e o meu irmão arrumando as minhas malas para voltar para casa.
Infelizmente, as férias estavam a acabar e a escola a começar.
Tinha tanta mala, que não sabia como iam caber no carro…
Chegou a hora de irmos embora, tivemos de nos despedir. Não gosto nada de despedidas.
Quando cheguei à rua meu pai parecia ter feito uma pirâmide no carro, nem sei como aguentava.
A meio caminho, o pneu furou. Estávamos ao pé de um campo de meia dúzia de vacas. Eu e minha mãe fomos vê-las, enquanto meu pai e meu irmão resolvam o problema. Demorou quase uma hora por causa das malas, faziam peso no carro.
Eu tinha vestido umas calças de ganga, uma t-shirt, tinha calçado uns chinelos e de cabelo amarrado. Minha mãe estava com um vestido e uns chinelos. Meu irmão tinha uns calções pretos e uma camisa amarela, meu pai estava de fato de macaco, minha mãe quando o viu disse:
- Credo, homem! Quando chegarmos tens que ir tomar um duche.
Quando meu irmão e meu pai acabaram, suavam, pois o dia estava muito quente, era um dia de Verão.
E lá continuámos o nosso caminho. A viagem durou 2 horas e meia.
Finalmente tínhamos chegado ao nosso lar, muito cansados e cheios de fome.
Meu pai disse a minha mãe:
- Joana, faz qualquer coisa para comer, enquanto tiro as bagagens do carro.
E a minha mãe respondeu:
- Está bem.
Passada meia hora, Joana tinha acabado o jantar e foram comer.
Quando acabaram de jantar, foram se lavar e dormir.
Las tierras, las tierras, las tierras de España, las grandes, las solas, desiertas llanuras. Galopa, caballo cuatralbo, jinete del pueblo, al sol y a la luna.
¡A galopar, a galopar, hasta enterrarlos en el mar!
A corazón suenan, resuenan, resuenan las tierras de España, en las herraduras. Galopa, jinete del pueblo, caballo cuatralbo, caballo de espuma.
¡A galopar, a galopar, hasta enterrarlos en el mar!
Nadie, nadie, nadie, que enfrente no hay nadie; que es nadie la muerte si va en tu montura. Galopa, caballo cuatralbo, jinete del pueblo, que la tierra es tuya.
¡A galopar, a galopar, hasta enterrarlos en el mar!
La monja gitana. A José Moreno Villa Silencio de cal y mirto. Malvas en las hierbas finas. La monja borda alhelíes sobre una tela pajiza. Vuelan en la araña gris siete pájaros del prisma. La iglesia gruñe a lo lejos como un oso panza arriba. ¡Que bien borda! ¡Con qué gracia! Sobre la tela pajiza ella quisiera bordar flores de su fantasía. ¡Qué girasol! ¡Qué magnolia de lentejuelas y cintas! ¡Qué azafranes y qué lunas, en el mantel de la misa! Cinco toronjas se endulzan en la cercana cocina. Las cinco llagas de Cristo cortadas en Almería. Por los ojos de la monja galopan dos caballistas. Un rumor último y sordo le despega la camisa, y al mirar nubes y montes en las yertas lejanías, se quiebra su corazón de azúcar y yerbaluisa. ¡Oh, qué llanura empinada con veinte soles arriba! ¡Qué ríos puestos de pie vislumbra su fantasía! Pero sigue con sus flores, mientras que de pie, en la brisa, la luz juega el ajedrez alto de la celosía.